Um adulto putrefato
Nem poeira pueril
De resto, um rosto de rato
Da velha víbora vil
Quando quieto no seu canto

Pensa poder ser peralta
Sua seu suor de santo
Mas te assusta se te assalta
Não cede nem se tem sede
Fomo ele finge não ter
Vá então tu mesmo e vede
Cuidado! Que quer te ver
Se ela aparece parece
Juro! Que jorra gelado
No peito e apressa-se a prece
Morre de medo o coitado