Dizem os escritores ser difícil manejar as palavras. Que são escorregadias, ariscas, e tão espertas que no fim, ao invés de obedecerem ao autor, dobram-no e o enlaçam em significados estranhos, dizendo o que bem querem... Porém tu, Jonathan Mendonça, disseste tudo em duas estrofes. Um conflito, um contraste. Belo e completo o texto.
"Embora o chuveiro esquente Toda a matéria contraria O corpo que está tão quente Na alma que está tão fria"
Análise poética:(parte1)
O eu-lírico expressa através desse poema a dor e a solidão humana.Ao utilizar a antítese como recurso/estilo(quente-frio), o poeta acaba transformando a imagem do poema, ou melhor, transporta o leitor para um mundo às avessas(hostil) e marcado pelas garrras da solidão. O chuveiro talvez seja o local de isolamneto do indivíduo(seu retiro), no qual em vão tenta compensar a falta do calor humano. Mas de nada adianta, pois a alma coberta de marcas não está mais suscetível a tal amenidade.
Mais como a inspiração lhe sai um texto tão curto e surpreendente desta maneira? *-* Meus Parabéns, você consegue me fazer sentir emoção em seus poemas.
É meu irmão. Sempre achei que você e seus textos não iriam me surpreender. Sempre te chei fantástico. E depois desse então, minha admiração cresceu. Um abraço, mermão!
Dizem os escritores ser difícil manejar as palavras. Que são escorregadias, ariscas, e tão espertas que no fim, ao invés de obedecerem ao autor, dobram-no e o enlaçam em significados estranhos, dizendo o que bem querem... Porém tu, Jonathan Mendonça, disseste tudo em duas estrofes. Um conflito, um contraste. Belo e completo o texto.
ResponderExcluiré meu caro... Ja pensastes em escrever um livro?
ResponderExcluirLeia "Dilema no bar." Vc está envolvido na cena. Aproveita pra me seguir no blog. A gente tem que manter o contato. Vlw!
ResponderExcluirFelipe Ribeiro
Aguardo comentários.
Familiar.
ResponderExcluirMUUUUITO BOM. SIMPLES E BOM. COMO DEVE SER.
ResponderExcluir"Embora o chuveiro esquente
ResponderExcluirToda a matéria contraria
O corpo que está tão quente
Na alma que está tão fria"
Análise poética:(parte1)
O eu-lírico expressa através desse poema a dor e a solidão humana.Ao utilizar a antítese como recurso/estilo(quente-frio), o poeta acaba transformando a imagem do poema, ou melhor, transporta o leitor para um mundo às avessas(hostil) e marcado pelas garrras da solidão. O chuveiro talvez seja o local de isolamneto do indivíduo(seu retiro), no qual em vão tenta compensar a falta do calor humano. Mas de nada adianta, pois a alma coberta de marcas não está mais suscetível a tal amenidade.
Felipe Ribeiro
Mais como a inspiração lhe sai um texto tão curto e surpreendente desta maneira? *-*
ResponderExcluirMeus Parabéns, você consegue me fazer sentir emoção em seus poemas.
J. leia meu novo poema: Pétalas de sangue. Acho que vc vai gostar. Parece até uma continuação do poema xícaras estranhas.
ResponderExcluirFelipe Ribeiro
É meu irmão. Sempre achei que você e seus textos não iriam me surpreender. Sempre te chei fantástico. E depois desse então, minha admiração cresceu. Um abraço, mermão!
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